27 de outubro de 2011

2012

Conforme o ano de 2012 se aproxima, cientistas, religiosos e místicos do mundo inteiro correm atrás de pistas deixadas por civilizações e profetas do passado explicando como será o fim dos tempos. Em diversas culturas ancestrais o ano de 2012 é marcado nos calendários como o 'Armagedom', o 'apocalipse', o 'fim do mundo', 'o juízo final', 'o fim de um ciclo' e, nos mais otimistas, 'o ano em que esta era terminará e outra, melhor, será iniciada'. Maias, Egípcios, Celtas, Hopis, Nostradamus e diversos profetas, Chineses e Budistas, WebBots, Cientistas e Religiosos das mais diferentes crenças dizem que o mundo como o conhecemos pode estar com os dias contados.
Veja a seguir algumas teorias do que poderá ocorrer em 2012, antes ou depois. Algumas teorias possuem base científica, outras são espiritualistas e místicas. Recomenda-se bom senso na leitura.
Segundo a cosmologia Maia, o Planeta Terra possui 5 grandes ciclos ou eras, cada um com cerca de 5.125 anos. Para eles, 4 já passaram. "Os 4 ciclos anteriores terminaram em destruição. A profecia maia do juízo final refere-se ao último dia do 5º ciclo, ou seja, 21 de dezembro de 2012." diz Steven Alten. O quinto e atual ciclo também terminará em destruição? O que irá desencadeá-la? A resposta pode estar em um raro fenômeno cósmico que os maias previram a mais de 2.000 anos. "A profecia maia para 2012 baseia-se em um alinhamento astronômico. Em dezembro de 2012, o sol do solstício vai se alinhar com o centro de nossa galáxia. É um raro alinhamento cósmico. Acontece uma vez a cada 26.000 anos" diz John Major Jenkins, autor do livro Maya Cosmogenese 2012.

Um pouco mais sobre os Astecas ...

Toda a história dos Astecas, tal como é contada em suas crônicas, é feita de realizações de profecias anteriores, como se um acontecimento não pudesse ocorrer se não tivesse sido previamente anunciado. Eles acreditavam que todas as previsões do futuro se realizariam. Segundo vários relatos de populações indígenas, a chegada dos espanhóis é sempre precedida por presságios, e a vitoria deles é sempre anunciada como certa.

Montezuma sabia colher informações e melhor organizar seus exércitos para a batalha, quando seus inimigos eram as demais tribos existentes no vale do México, com a chegada dos espanhóis, esse sistema tornou-se inútil, isso devido à identidade dos espanhóis ser diferente e seu comportamento imprevisível o que abalou todo o sistema de comunicação. Diante disso, Montezuma tornou-se incapaz de produzir mensagens apropriadas e eficazes.

Um fator importante são as brigas internas entre as diversas populações que ocupam o solo mexicano. Ao iniciar sua jornada rumo ao centro desse império, os espanhóis se deparam com varias tribos e ao manter contato com esses índios, e perceberam que muitas delas estavam submetidas aos astecas não por vontade própria, mas por terem sido submetidos militarmente, e essas tribos por sua vez, viam os espanhóis como um mal menor, muitas vezes como um libertador, pois viam nele a possibilidade de se verem livres do domínio Asteca.

Outra razão foi que os espanhóis e os Astecas não faziam o mesmo tipo de guerra. Pelo menos no inicio, os Astecas conduzem uma guerra submetida à ritualização e ao cerimonial: o tempo, o lugar, são previamente decididos. O combate tinha hora certa para começar e acabar, e seu objetivo maior não eram matar o inimigo mais fazer prisioneiros de guerra, enquanto que os espanhóis lutavam para matar o maior número de indivíduos.

O contato com os espanhóis expuseram os índios a uma série de doenças desconhecidas por eles, dentre essas doenças uma forte epidemia de varíola que dizimou grande parte da população, e por não conhecerem a doença, não conheciam meios para tratá-la.

Como os Maias sumiram, segundo pesquisa realizada pela BBC


Mudanças climáticas são as principais responsáveis pelo colapso da civilização maia, na América Central, mais de mil anos atrás, de acordo com pesquisadores.
Na metade do século 8, os maias formavam uma população de 13 milhões de pessoas, mas em 200 anos suas cidades foram abandonadas.
Há muito tempo especula-se que eles desapareceram por causa de secas, e agora uma pesquisa publicada na revista Science indica que o clima foi provavelmente de fato o principal fator.
Para investigar o declínio maia, cientistas estudaram sedimentos no fundo do mar na costa norte da Venezuela
Poucas chuvas

Eles mediram níveis de titânio, um metal que é levado pelos rios para o mar. Baixos níveis de titânio indicam uma reduzida vazão dos rios, resultado de menos chuva. Os pesquisadores descobriram que nos séculos 9 e 10, provavelmente pouco antes de a civilização maia desaparecer, houve um longo período de clima seco e três secas intensas.
Teria sido nessas épocas extras de seca que os maias passaram por períodos de colapso, até o desaparecimento total, segundo o geoquímico Konrad A. Hughen, do Instituto Oceanográfico Woods Hole, um dos autores do estudo.Os maias viveram por cerca de mil anos na América Central. Eles construíram cidades e elaborados sistemas de irrigação.
As cidades foram abandonadas quando a civilização maia entrou em colapso pela primeira vez. Elas foram reocupadas, mas sucumbiram de novo e foram abandonadas mais uma vez, entre os anos 860 e 910 DC.

 “Esses abandonos ocorreram na mesma época das secas, de acordo com nossos registros derivados da análise de sedimentos, indicando que eles estão relacionados", afirmou Hughen.
As comunidades maias nas terras baixas no sul e no centro desapareceram primeiro, enquanto aquelas que viviam nas terras altas, no norte, foram às últimas a sumir.
"As áreas ao norte tinham mais acesso a fontes de água", disse o cientista.
O professor emérito da Universidade do Arizona T. Patrick Culbert, que é um especialista na cultura maia, afirmou que esse estudo oferece uma explicação plausível para o desaparecimento dos maias.
 “Eles eram tão vulneráveis que qualquer coisa poderia ter feito com que desaparecessem. Se houve essas secas rigorosas, deve ter sido um desastre para eles", disse.

26 de outubro de 2011

Curiosidades


Quando os espanhóis chegaram á América, no século XV, os astecas, maias e incas tinham conhecimentos em astronomia, matemática e destacavam-se também na arquitetura. Tenochtitlán, capital do Império Asteca, era uma cidade populosa, como algumas capitais européias da época.

   Os astecas cultivavam cacau, com o qual preparavam uma bebida espumante e expressa chamada Xocolatt, da qual se originou tão apreciado chocolate.

História do Brasil Colônia


No dia 22 de abril de 1500 a expedição de Cabral chegou ao Brasil. Ao se aproximarem do litoral brasileiro, primeiramente viram um monte, ao qual deram o nome de Monte Pascoal. Porto Seguro foi o nome dado ao lugar em que sua expedição desembarcou. No dia 26 de abril foi rezada a primeira missa, e em 1° de maio Cabral tomou posse da terra, dando-lhe o nome de Ilha de Vera Cruz, pois pensava ser uma ilha. Desde 1500 até 1530, não houve colonização no Brasil. No momento Portugal estava interessado no comércio com o Oriente. Para que houvesse colonização teria que ter povoamento e uma produção econômica, o que não houve. O único interesse que Portugal tinha no Brasil era o pau-brasil, pois dele se tirava um corante, que serviu para tingir as manufaturas de tecido europeias. Outra finalidade das expedições foi para conhecer melhor geograficamente o litoral, e procurar por ouro e outros metais preciosos, sendo esse o maior interesse nas terras.

Por ser uma colônia, o Brasil estava submetido ao pacto colonial português, também chamado exclusivo comercial metropolitano, que foi um sistema pelo qual os países da Europa que possuiam colônias na América, mantinham o monopólio da importação das matérias-primas mais lucrativas dessas possessões, bem como da exportação de bens de consumo para as respectivas colônias.O pacto colonial inclui obediência política, ou seja, as leis a serem obedecidas deviam ser as mesmas leis (ou adaptadas) da metrópole correspondente à colônia.O objetivo das autoridades reais era garantir que as atividades econômicas da colônia gerassem lucros para a metrópole.

23 de outubro de 2011

A Conquista Espanhola e a queda do Império Asteca: As razões da vitoria



A ocupação espanhola no inicio estende-se somente as ilhas de São Domingos, Porto Rico e Cuba, os primeiros colonizadores desconheciam a existência do México do seu imenso território, e grandes civilizações.

Duas expedições lideradas, sendo a primeira sem sucesso com muitas mortes, e a segunda com mais sucesso sendo enviadas quatro embarcações ao México, assim a primeira vez que os europeus entraram em contato com as províncias dos impérios Astecas.

A expedição de Cortez de 1519 foi a terceira a explorar a costa mexicana, e este ao saber da existência do Império Asteca inicia uma lenta progressão rumo ao interior. Ao mesmo tempo, o Império Asteca estendia-se aproximadamente por uma superfície de mais de 200.00km² e tinha uma população de aproximadamente cinco a seis milhões de habitantes, altamente evoluídos econômico, político e socialmente.

Diante de uma grande civilização, como os europeus, conseguiram conquistar o império Asteca, em tão pouco tempo, e com tão poucos exploradores europeus?
Alem da superioridade tecnológica muito alta que os espanhóis tinham em relação aos Astecas; com cavalos, armas de fogo e de ferro, contra arcos e flechas e armas de madeira.
Cortez ao chegar com sua expedição à cidade do México é bem recebido e apos algum tempo, decide prender o soberano Asteca e fazê-lo prisioneiro, Montezuma (imperador asteca), nada faz para evitar essa situação.

19 de outubro de 2011

O Primeiro Contato dos Indígenas com os Europeus




O primeiro contato que os indígenas tiveram com os europeus foi um contato de trocas, mas pacífico. Os europeus acabaram passando os índios para trás porque eles davam "bugigangas" sem valores no mercado em troca de ouro, ou qualquer outro produto que os europeus se interessavam.
Mas depois de algum tempo de trocas, os europeus resolveram atacar as aldeia indígenas para dominá-las e roubar suas terras e riquezas, apesar de que os índios tinham uma religião que os obrigava a dividir os seus bens com os outros, e falavam que poderiam dividir suas terras com os europeus, mas mesmo assim os europeus escravizaram e mataram muitos índios.

Os Maias


Civilização
A civilização maia organizou-se como uma federação de cidades-estado e atingiu seu auge no século IV. Nesta época, começou a expansão maia, a partir das cidades de Uaxactún e Tikal. Os maias fundaram Palenque, Piedras Negras e Copán. Entre os séculos X e XII, destacou-se a Liga de Mayapán, formada pela aliança entre as cidades de Chichén Itzá, Uxmal e Mayapán. Esta tripla aliança constituiu um império, que teve sob o seu domínio outras doze cidades. O conjunto da cidade era considerado um templo.
Só podiam subir aos templos os sacerdotes, que formavam a classe mais alta. Os maias acreditavam descender de um totem e eram politeístas (crença em mais do que uma divindade).

Cultura

Adoravam a natureza, em particular os animais, as plantas e as pedras. Cuidavam de seus mortos, colocando-os em urnas de cerâmica.
Os avançados conhecimentos que os maias possuíam sobre astronomia (eclipses solares e movimentos dos planetas) e matemática lhes permitiram criar um calendário cíclico de notável precisão. Na realidade, são dois calendários sobrepostos: o tzolkin, de 260 dias, e o haab de 365. O haab era dividido em dezoito meses de vinte dias, mais cinco dias livres. Para datar os acontecimentos utilizavam a "conta curta", de 256 anos, ou então a "conta longa" que principiava no início da era maia. Além disso, determinaram com notável exatidão o ano lunar, a trajetória de Vênus e o ano solar (365, 242 dias). Inventaram um sistema de numeração com base 20 e tinham noção do número zero, ao qual atribuíram um símbolo. Os maias utilizavam uma escrita hieroglífica (escrita por meio de hieróglifos) que ainda não foi totalmente decifrada.

         

A História dos Astecas

                                             
                                       

Localização

Povo guerreiro, os astecas habitaram a região do atual México entre os séculos XIV e XVI. Fundaram no século XIV a importante cidade de Tenochtitlán (atual Cidade do México), numa região de pântanos, próxima do lago Texcoco.



A sociedade

A sociedade era hierarquizada e comandada por um imperador, chefe do exército. A nobreza era também formada por sacerdotes e chefes militares. Os camponeses, artesãos e trabalhadores urbanos compunham grande parte da população. Esta camada mais baixa da sociedade era obrigada a exercer um trabalho compulsório para o imperador, quando este os convocava para trabalhos em obras públicas (canais de irrigação, estradas, templos, pirâmides).
Durante o governo do imperador Montezuma II (início do século XVI), o império asteca chegou a ser formado por aproximadamente 500 cidades, que pagavam altos impostos para o imperador. A sociedade asteca era rigidamente dividida. O grupo social dos pipiltin (nobreza) era formada pela família real, sacerdotes, chefes de grupos guerreiros — como os Jaguares e as Águias — e chefes dos calpulli. Podiam participar também alguns plebeus (macehualtin) que tivessem realizado algum ato extraordinário. Tomar chocolate quente era um privilégio da nobreza. O resto da população era constituída de lavradores e artesãos. Havia, também, escravos (tlacotin).

Civilizações Andinas: Os Incas


Localização

O território Inca se estendia ao longo da Cordilheira dos Andes e incluía terras hoje pertencentes à Colômbia, Equador, Peru, Bolívia, Argentina e Chile.
Os Incas constituíam um vasto império, integrado por povos de diferentes culturas, localizadas nas mais variadas regiões geográficas : a costa, as serras e as selvas. A maior parte da população concentrava-se nos vales férteis. No império Inca viviam 15 milhões de pessoas. A capital dos Incas era Cuzco no templo do sol.
Organização Social

A organização social inca era muito hierarquizada. No topo estava o Inca (filho do Sol), que era o imperador; depois a alta aristocracia, à qual pertenciam os sacerdotes, burocratas e os curacas (cobradores de impostos, chefes locais, juízes e comandantes militares); camadas médias, artesãos e demais militares; e finalmente camponeses e escravos. Os camponeses eram recrutados para lutar no exército, realizar as tarefas da colheita ou trabalhar na construção das cidades, segundo a vontade do Inca. A família patriarcal era a base da sociedade, mas até os casamentos dependiam da autoridade máxima.

Cultura

O idioma quéchua serviu de instrumento unificador do império inca. Como não tinha escrita, a cultura era transmitida oralmente. Com um conjunto de nós e barbantes coloridos, chamados quipos, os incas desenvolveram um engenhoso sistema de contabilidade. Na matemática, utilizavam o sistema numérico decimal. Os artesãos eram peritos no trabalho com o ouro. Mesmo sem conhecer o torno, alcançaram um bom domínio da cerâmica. Seus vasos tinham complicadas formas geométricas e de animais, ou uma combinação de ambas.

Religião

A religião inca era uma mistura de culto à natureza (sol, terra, lua, mar e montanhas) e crenças mágicas. Os maiores templos eram dedicados ao Sol (Inti). Realizavam sacrifícios tanto de animais como de humanos.

As Civilizações Pré-Colombianas (introdução)





                                              

Antes dos europeus chegarem ao continente, duas grandes civilizações começaram a se estabelecer em diversas localidades dos territórios do "Novo Mundo”, as civilizações meso-americanas (astecas e maias) e as civilizações andinas (incas). A civilização asteca era estabelecida no território do atual México;junto com os maias também na região da America central; os incas,ocupavam as regiões vizinhas a cordilheiras dos Andes. Cada uma dessas civilizações era constituída de varias tribos e nações, eram mais avançadas em sua organização política, econômica e social.


Tem-se como teoria que essas civilizações tenham derivados das migrações dos Mongóis asiáticos para tais regiões, dada a grande semelhança, inclusive, dos traços físicos comuns entre os integrantes desses povos.